Steve Jobs
É realmente difícil se destacar num mundo em que "nada se cria, tudo se copia"; que num piscar de olhos era uma coisas e agora é outra; que a todo momento você julga e está a ser julgado. Mais difícil ainda é ser diferente entre tantos rostos iguais, entre tantas atitudes iguais.
Nesta semana um nome esteve em muitos jornais do Brasil e do mundo. O único nome que poderia ofuscar a "maçã mordida" e que, apesar de ser "simplesmente" um empresário bem-sucedido, lotaria o estádio do Maracanã com centenas de fãs querendo o ouvir falar a respeito não de negócios e sim de tecnologia.
Infelizmente esse nome não apareceu como citação para uma nova "revolução", um novo conceito de designer ou simplesmente um novo produto. Esse nome apareceu para "dizer adeus": Steve Jobs, ou aquele que revolucionou não somente a forma como ouvimos música como também como interagimos com os computadores e com diversos outros aparelhos, obrigando a concorrência a pensar ainda mais além, dando o mundo o sonho de futuro que antes era só visto nos cinemas.
Cinema! A sétima arte também foi revolucionada - e isto de um sonho que nasceu depois de outro sonho. Depois de, ironicamente, ter sido traído pela "maçã que mordeu", ao invés de cair em mar de depressão, trouxe a nós o emocionante mundo dos brinquedos e nos fez voar com um senhor que também já não tinha mais expectativas para sua vida sem sua amada esposa.
Como ele, esta homenagem também tentou ser diferente. Tentou ir além, tanto que, por isso, demorou para ser postada. Não é um gênio que escreve, mas alguém que almeja tanto quanto - dai o primeiro parágrafo, apontando justamente que, na web, nos jornais e em diversas outras mídias já existem postadas o sentimentos de diversas pessoas; diversos rostos que querem agradecer pelo iPod que todos os dias as acompanha, pelo iPhone que as ensinou que a função do celular não está restrita simplesmente ao ato de fazer e receber ligações...
De fato, como encerrou um repórter sua participação num tele-jornal falando a respeito do falecimento de Jobs, "são poucos os que realmente conseguem reinventar o mundo".






















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